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Coluna
E D U C A Ç Ã O
16 de fevereiro de 2009
Themis Ruas Baganha *
*
PROFª Ma. THEMIS RUAS BAGANHA - Professora e Mestre em História
Campo
Grande - Mato Grosso do Sul
O
CARNAVAL NO BRASIL: INTERAÇÃO
CULTURAL NA ESCOLA
Quando
entendemos a identidade do sujeito como sendo sociológica, preenchendo o espaço
interior e exterior e fazendo uma ligação entre o mundo pessoal e o mundo público,
duas coisas acontecem: primeiro, nós nos projetamos no mundo cultural;
segundo, o mundo cultural passa a fazer parte de nós mesmos.
É
bastante fácil identificar uma escola que não lida bem com essa situação:
basta ouvir as pessoas que insistem em fazer uma dicotomia, afirmando ser
"lá fora", longe do ambiente da escola, um mundo diferente deste, de
"dentro da escola", onde a convivência está organizada em função
de normas que não se adaptam à vida real.
Um
educador de mente aberta conviverá com essa complexidade e considerará os
valores de comunicação dos saberes provenientes de seus alunos, mesmo sendo
originários do interior do país e de classes sociais menos favorecidas.
Logo
a escola perceberá de forma encantadora que integração não é populismo,
onda vermelha e nem só o comércio, mas também identidade e “boa vizinhança”.
Dentro
desta contextualização o Carnaval não poderia ficar de fora ,sem desfilar a
história de uma grande paixão coletiva,de um desejo acalentado no imaginário
popular,cuja maior riqueza festa popular brasileira representa o potencial
regional e cultural de um Brasil formado por diferentes Brasis.
Em
cada região. estado e cidade, encontramos um jeito diferente de celebrar
e registrar o carnaval.E é por isso que essa importante manifestação popular
e folclórica de nossa cultura merece ser estudada,lembrada e apreciada.
O
Carnaval é a festa da emoção e do desprendimento. É um momento mágico,combina
com INTERAÇÃO ou vice-versa.
O
Carnaval ajuda a voltar às aulas, com o reencontrar, o fazer de novas
amizades, a integração de professores/alunos, com alegria e com colorido.
Para
haver essa interação contagiante, sempre utilizei as aulas de História
interagida com Artes, Música e Educação Física, desde o Ensino Fundamental
e Ensino Médio,era a pauta principal das aulas do mês de fevereiro.
Brasil
e a volta às aulas sem o Carnaval seria uma festa sem música, procurava
passar para os alunos que Carnaval,porém não é só farra,é mais que uma
brincadeira,é um fator histórico.
Nem
todos são loucos por ti América,mas nesse Carnaval por que não?
Com
todo o carinho às demais escolas:ARRIBA, VIVA!
Apagar
fronteiras, desenhar igualdade e o teu próprio destino:”Forte
e
unida faz pulsar nos nossos corações um sangue quente,na “interação
das cores” e no “ compasso da felicidade”.
Themis
Ruas Baganha
*
PROFª Ma. THEMIS RUAS BAGANHA - Professora e Mestre em História
Campo
Grande - Mato Grosso do Sul
A
Responsabilidade da Educação e da Família na Ascensão de Homem numa
Sociedade: BARACK OBAMA
A
escola fornece um horizonte mais amplo no qual a criança ou o jovem inscreve
As
suas vidas. Daí a importância de uma educação da responsabilidade e do
compromisso e, a necessidade do compromisso social. Segundo Oliveira Martins a
escola, «agente de mudança e fator de desenvolvimento (…) tem que se
assumir basicamente não só como um potencial de recursos, mas também como um
lugar de abertura e de solidariedade, de justiça e de responsabilização mútua,
de tolerância e respeito, de sabedoria e de conhecimento « (1992: 41).
A
família é o primeiro espaço de afeto, de segurança e de alteridade. Daí
constituir-se num primeiro espaço de educação para a cidadania porque é a
instância matriz da socialização na vida das crianças. O que é importante
é que a família seja exemplo de participação na vida cívica, de atenção
ao que a cerca, de abertura e solidariedade. No entanto, as famílias podem
também ser lugares problemáticos, de exploração e de vitimização. Os
jornais inundam-nos diariamente com notícias a esse respeito, ultrapassando
classes sociais e condições sócio-econômicas.
Encontramos também famílias fechadas sobre si mesmas, isoladas
socialmente, que não têm condições para se tornar espaços de cidadania.
Portanto,
é a educação tanto familiar como a escolar que traçam linhas de condutas, códigos,
lançam luzes para soluções plausíveis à formação de um cidadão e a
construção da sua cidadania.
Como
historiadora nunca pensei em estar assistindo passo a passo o magnânimo dia 20
de Janeiro de 2009, a posse de um Presidente negro, ou melhor, multiétnico,
Barack Obama, nos EUA.
Baseando
nos dois primeiros parágrafos e, conhecedora da biografia de Barack Obama,
acredito que o despontar de uma nova era, conforme apontam muitos, um negro
presidente de um país onde a segregação racial foi crucial durante séculos,
a FAMÍLIA e a ESCOLA, foram responsáveis para quem acreditou e para quem
venceu.
ELAS
devem estar sempre de mãos dadas.Diante do oceano de possibilidades da vida,
cabe a elas conduzirem os passos dos educandos pelo melhor caminho.A criança
necessita de amor sincero que faz aflorar sorrisos nos seus rostos e esperança
nos seus olhos.
Obama
venceu, mas Annd Dusnhan, sua mãe, antropóloga, sempre demonstrou um
interesse especial pelos emergentes movimentos de direitos civis, e educando
seu filho dentro desses princípios colheu o que plantou há 47 anos atrás,
sendo ela o referencial de Barack, ele se espelhou em sua mãe que foi o
exemplo vivo de generosidade e de serviço ao próximo à herança mais
peculiar foi o seu modo de relacionar com as pessoas e com o mundo em sua
volta.Teve uma infância amorosa e ordenada, a que focamos a importância da
família conduzir os passos dos seus filhos para o melhor caminho.
A
história dos Estados Unidos não só transforma, mas muda, porque os
conservadores, os fanáticos, os adversários, os racistas, não desapareceram
do cenário norte americano.
Um
exemplo de liberdade que todas as raças podem ver com respeito.
A
ascensão meteórica do 44º Presidente dos EUA, a justiça social e o exemplo
de todos os povos do mundo viva em paz e satisfação, foi não só um momento
histórico para os norte-americanos e, sim, universal. Nela, não só
encontraremos a inclusão dos diferentes na sociedade, mas a ascensão de um
homem, a importância de um trabalho em equipe.
As
responsabilidades, desafios e as expectativas que Barack Obama ombreia não
encontram paralelo na história recente.
Barak
Obama é um exemplo de luta na busca de seus ideais que é o combate às
diferenças e terminar com as lutas de pessoas que têm como meta a conquista
do poder, custe o que custar.
O
nosso mal é julgarmos que só as grandes coisas são importantes quando é nos
detalhes sutis da existência que o verdadeiro caráter se manifesta.
Seu lado cristão também faz com que
aqueles que têm fé em DEUS, possam ter novas esperanças de um mundo melhor,
voltado para a busca do bem e do desenvolvimento dos povos. Outros Presidentes
deveriam espelhar-se nele e procurar ser menos estrelas e trabalharem para que
o bem estar de TODA A NAÇÃO seja buscado sem acordos unilaterais, onde a
busca de vantagens políticas está sempre na mira dos envolvidos.
Que todos busquem, com OBAMA, fazer essa Terra mais feliz e sadia!
Que aqueles que detém o poder nas mãos, possam vislumbrar e entenderem que,
quando eleitos, não devem governar e dar vantagens somente para suas facções!
Quem consegue chegar nessa posição, tem méritos enormes. Por isso, deve
saber que sua missão visa dar a TODA NAÇÃO aquilo que de melhor existe para
que seu POVO, independente de ideologia, consiga viver com dignidade e
liberdade de ação, desde que essa liberdade seja usada SEMPRE PARA O BEM DAS
PESSOAS!
FÉRIAS : "Bem merecidas aos
professores"
Os professores, como agentes de mudanças e formadores das novas gerações, são
essenciais para a sociedade e para o desenvolvimento de um país, mas
infelizmente nem sempre são respeitados nos seus direitos e valorizados pela
sociedade e o Poder Público.
Levando esta questão em foco,pegarei um tema isolado,sabendo que está se
aproximando o período de FÈRIAS dos professores.
Com base na CLT ,a legislação trabalhista estabelece todo um regime próprio
de férias para os trabalhadores em geral, mas no capítulo destinado aos
educadores faz algumas estipulações específicas para os profissionais de
ensino. Dispõe o art. 322 da CLT que: "No período de exames e no de férias
escolares, é assegurado aos professores o pagamento, na mesma periodicidade
contratual, da remuneração correspondente por eles percebida, na conformidade
dos horários, durante o período de aulas." E, mais adiante: "No período
de férias, não se poderá exigir dos professores outro serviço senão o
relacionado com a realização de exames" (§ 2º do art. 322 da CLT).
Assim, não se confundem as férias escolares ou recesso escolar (que existem
em dois períodos: em julho e de dezembro a janeiro de cada ano) com as férias
individuais do professor. Essas podem ser fixadas tanto em julho como de
dezembro a janeiro, ou seja, em um mês em que não existam aulas escolares.
A esse respeito, escreve o professor João José Sady:
As férias escolares constituem interrupção
da atividade da empresa, gerada por peculiaridade do ramo de negócio,
enquanto as férias dos professores constituem o descanso atribuído pela
Carta Magna a todos os celetistas, não se confundido tais fenômenos. Ambos
os períodos costumam coincidir no tempo, vez que não teria sentido,
existindo as férias escolares, o estabelecimento conceder férias a seus
empregados durante o período de aulas. [24]
Todos os dias. Toda semana. Todo mês. Entra e
sai ano, os educadores continuam atarefados. Sua carga de trabalho é
inacreditável. Além das aulas diárias em uma ou mais escolas, devem
encontrar tempo para prepará-las, corrigir os exercícios passados para a
turma com a intenção de obter feedback sobre o ensino-aprendizado.
Hamilton
Werneck diz que o bom professor é o que mais
trabalho para si mesmo produz. Enquanto que Tânia
Zagury afirma ser o professor
refém de políticas públicas, da carga de trabalho, enfim de toda uma situação
que precisa urgente ser mudada.
Estamos falando de um profissional que literalmente corre para dar conta de
sua vida profissional, acadêmica e familiar. Quando este profissional é
mulher, sua situação piora em 50% porque passa a deter dupla jornada de
trabalho. E o lazer, momentos culturais, ir ao cinema? E, não dá, não. Fica
para as férias escolares. No dia a dia não dá para usufruir dos prazeres
culturais.
Portanto não se poderá exigir durante o período de férias qualquer serviço
ao professor, ainda que relacionado a exames, justamente porque é o período
de descanso do mesmo, sendo vedada a realização de qualquer tarefa nesse
ciclo. As férias individuais devem ser gozadas e não trabalhadas. O
professor deve ser dispensado no final do ano letivo ou no curso das férias
escolares, terá direito aos salários até o fim dessas, isto é, no período
entre dezembro e fevereiro.
Boas férias professor!Bom descanso..
Espero que a Cultura Revista dê férias à "COLUNA EDUCAÇÃO"....rsrs
Estarei conhecendo a beleza de Vitória/ES
**Vote no Pantanal a conseguir o título de uma das 7 Maravilhas Natural do
Mundo.
http://rmtonline.globo.com/noticias.asp?n=412831&p=2&Tipo=
Obrigada com um Natal Solidário e um Ano Novo cheio de AMOR.
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PROFª Ma. THEMIS RUAS BAGANHA - Professora e Mestre em História
Campo
Grande - Mato Grosso do Sul
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